[sempre de acordo com a antiga ortografia]

sábado, 13 de maio de 2017



Bairro dos Museus Cascais

[publicado no facebook em 25.04.2017]

Perante a gritante indigência da vida cultural em Sintra, como não invejar o que Cascais tem para oferecer? Parece impossível como tanta «distância» nos separa quando apenas estamos a uma dúzia de quilómetros...
A proximidade de Cascais é, de facto, a grande vantagem dos sintrenses. A 10 minutos do centro de Sintra, afinal, temos disponíveis programas culturais do maior interesse em todos os domínios, desdes a Música, às Artes Plásticas, ao Teatro e Cinema, através de uma oferta grande e de qualidade que se integra, perfeitamente, no que de melhor acontece em articulação com a capital.
Para que tenham uma pálida ideia, accionem Bairro dos Museus Cascais e verifiquem como funciona um programa que articula 14 unidades culturais que partilham programas do maior interesse. E apercebam-se de que a mobilidade urbana, o estacionamento são muito operacionais pelo que qualquer deslocação não causa qualquer incómodo.
A título pessoal, estou sempre muito atento e não dispenso muito do que por lá se passa. Actualmente, por exemplo, no Centro Cultural de Cascais, é imperdível a exposição
DE RUBENS A VAN DYCK | PINTURA FLAMENGA
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PS: sempre que faço comparações entre Sintra e Cascais, ocorre-me alvitrar que a Câmara Municipal de Sintra celebre um protocolo no sentido de que os Directores Municipais bem como alguns Chefes de Divisão de Sintra possam frequentar estágios mais ou menos prolongados na com a Câmara Municipal de Cascais. Tenho a certeza de que todos beneficiaríamos!...
Edifício secular, o Centro Cultural de Cascais nasceu da reabilitação do antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade.Abriu as suas portas a 15 de maio de 2000 e constitui hoje um espaço ...
CM-CASCAIS.PT



Tanta incompetência!
Como continuar a aturar estas atitudes?

[publicado no facebook em 26.04.2017]

Hoje, eram dez da manhã. Junto à Regaleira. Durante a minha caminhada, tendo deixado atrás a Casa Lawrence, comecei a aperceber-me de uma longa fila de automóveis.
Ainda sem barulho que me orientasse quanto à origem do eventual problema, reparando no pavimento, verifiquei que estava molhado e, à medida que me fui aproximando, confirmei que era o veículo aspirador da limpeza das ruas.
Cabe perguntar que tipo, que rara (ou frequente ?) espécie de gestores há na empresa municipal Higiene Pública e Limpeza Urbana de Sintra que permite este atentado?
Às dez da manhã? Num dos circuitos mais frequentados, quer por visitantes que se deslocam nas suas viaturas, quer em transportes de turismo, transportes públicos, etc?
Não passará pela «pequenina» cabeça desta gente que um cantoneiro de limpeza, armado de pá e vassoura, faria este mesmo trabalho, sem causar quaisquer 'efeitos secundários perversos', sem poluição sonora ou atmosférica - como é evidente no caso em apreço - sem filas de carros, sem enervamento?
Isto é mesmo 'cada cavadela, minhoca'! Não há uma atitude capaz que dependa da Câmara Municipal de Sintra na sede do concelho?


Parques de Sintra:
Mais um trabalho sobre D. Fernando II !

[publicado no facebook em 03.05.2017]

No próximo dia 11 de Maio será apresentado o filme biográfico "D. Fernando II - Notas Biográficas", realização de João Santa Clara, a partir de um guião de que fui autor. Para já, aqui vos trago a nota que, hoje mesmo, a Parques de Sintra distribuíu aos meios de comunicação social. Será comercializado um DVD em Português, Castelhano, Francês, Inglês e Alemão.
Com o objectivo de vos permitir uma primeira e, espero eu, bem disposta abordagem à peça, passo a partilhar um breve documento cuja montagem privilegia o registo de alguns momentos das gravações com todos os intervenientes.
Bom Visionamento!
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Parques de Sintra exibe documentário “D. Fernando II – Notas Biográficas” no Palácio Nacional da Pena
- Evento marca encerramento da exposição “Fernando Coburgo fecit: a atividade artística do rei-consorte”
- Filme regista aspetos biográficos do monarca com base em testemunhos de especialistas
- A exposição, dedicada à obra artística do rei, foi inaugurada a 29 de outubro de 2016 e assinalou o bicentenário do nascimento de D. Fernando II
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Sintra, 3 de maio de 2017
– A Parques de Sintra marca o encerramento da exposição “Fernando Coburgo fecit: a atividade artística do rei-consorte”, patente no Palácio Nacional da Pena, com a exibição do documentário “D. Fernando II – Notas Biográficas”, no próximo dia 11 de maio, às 20h00, no auditório do monumento.
A mostra dedicada à obra artística do monarca foi inaugurada a 29 de outubro de 2016, data de aniversário do rei, com o propósito de assinalar o bicentenário do nascimento de D. Fernando II, criador do Parque e Palácio da Pena.
Com curadoria de Hugo Xavier, conservador do Palácio, a exposição revela um numeroso conjunto, nunca exposto, de desenhos, gravuras e documentos manuscritos adquiridos em 2012 pela Parques de Sintra, e conta ainda com doações efetuadas por descendentes da Condessa d’Edla, segunda mulher do monarca, e com peças cedidas por particulares e instituições, como o Museu Nacional de Arte Antiga, Palácio Nacional da Ajuda, Museu-Biblioteca da Casa de Bragança e, dentro do universo da Parques de Sintra, o Palácio Nacional de Queluz.
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> O documentário “D. Fernando II – Notas Biográficas”, realizado por João Santa Clara, a partir do guião de João de Oliveira Cachado, levanta um conjunto de questões pertinentes sobre o monarca e regista aspetos biográficos com base em testemunhos de diferentes especialistas nos domínios em que o rei repartiu a sua atividade, como é o caso da historiadora de arte, Raquel Henriques da Silva, da historiadora e autora da biografia de D. Fernando II, Maria Antónia Lopes, da historiadora de arte, Maria João Neto, e do diretor do Palácio Nacional da Pena, António Nunes Pereira, entre outros.
O filme remete, assim, “para uma partilha de conhecimento que, apesar de veiculada por académicos, é perfeitamente acessível, sendo previsível que o seu potencial didático-pedagógico não escapará à atenção de professores das mais diversas áreas, formadores, etc.”, destaca o autor do guião.
“Personalidade fascinante de ilustre europeu, que tão bem soube entender os portugueses, D. Fernando II merece que estes lhe devolvam o interesse. Dois séculos depois do cognominado Rei Artista, ao aproveitar o contexto da efeméride, «D. Fernando II – Notas Biográficas» assume-se como modesto contributo, concebido, é verdade, com a permanente preocupação de estar à altura dos desafios que, ainda hoje, ele não cessa de propor”, conclui João de Oliveira Cachado.
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> Aposentos de D. Manuel II reintegrados no circuito de visita
A exposição “Fernando Coburgo fecit: a atividade artística do rei-consorte” está patente nos antigos aposentos de D. Manuel II, situados no piso nobre do Torreão do Palácio Nacional da Pena, restaurados em 2016.
No âmbito da intervenção, foram recuperados os estuques dos tetos, assim como as paredes, janelas e pavimentos. Foi dada particular atenção aos vestígios de cor que ainda se puderam encontrar nas paredes, assim como portas e ombreiras. Serão estas cores que se utilizarão, de resto, na musealização permanente das salas.
Terminada a exposição, estes compartimentos serão encerrados para obras de renovação, e posteriormente musealizados de acordo com a sua vivência histórica, ou seja, como aposentos do último rei de Portugal, D. Manuel II.



Sintra armadilhada!
No passado dia 30 de Abril,
às três horas da tarde

[publicado no facebook em 04.05.2017]

O caos instalado. O pavor institucionalizado no centro histórico de Sintra. Trânsito completamente parado entre Chão de Meninos, Estefânea e Vila Velha. Totalmente comprometida a possibilidade de subir a Serra. Junto à Quinta da Regaleira, impossível prosseguir para Seteais e Estrada Velha de Colares.
Três veículos de pronto-socorro, no Largo Victor França, aguardavam instruções da GNR para iniciarem as operações de remoção de não sei quantos veículos. Enfim, mais um cenário idêntico aos que, tantas vezes, temos tido oportunidade de partilhar...
Inúmeras, têm sido as chamadas de atenção relativamente à falta de resolução dos problemas de mobilidade urbana, em especial, resultantes da falta de instalação dos parques de estacionamento periféricos, naturalmente, em articulação com uma boa resposta da rede de transportes públicos colectivos, responsabilidade do actual executivo autárquico que, inequivocamente, prometeu a concretização dessa medida para pleno funcionamento no Verão de 2016...
Neste caso específico, desanimado por tanta falta de nível dos autarcas responsáveis, sinto-me 'minimamente compensado' pela excelente companhia de variadíssimos cidadãos empenhados.
Apesar da preocupação evidente que 'Sintra armadilhada' confirma a cada dia que passa, um grupo pessoas, inqualificavelmente satisfeitas com o statu quo, ainda conseguem subestimar esta gravíssima questão, 'enrolando-a' com problemas menores por resolver no centro histórico, como a falta de reparação de uns buracos, caiação de uns muros e da limpeza de uns passeios...
Na delirante defesa do actual executivo autárquico, mais não fazem do que tapar o Sol com a peneira para, isso sim, se regozijarem com melhorias feitas nas zonas urbanas e suburbanas do grande concelho que Sintra é, zonas onde habita a grande maioria dos eleitores...
Pois é, bem os entendemos. Porém, enquanto assim procedem, defendendo a indefensável atitude de autarcas que, manifestamente, não estão à altura dos desafios do centro histórico de Sintra.
Em zona crítica e de difícil intervenção correctora de situações como a ilustrada pelas fotos, como nada tem sido feito, tudo se tem agravado... E tudo se tem agravado numa escala insuportável.





As indissociáveis Olga

[publicado no facebook em 05.05.2017]

A pianista Olga Prats é figura da Cultura Portuguesa absolutamente indissociável da grande mecenas que foi sua madrinha - por isso o mesmo nome próprio - Senhora Dona Olga Nicolis di Robilant Álvares Pereira de Melo, a célebre Marquesa de Cadaval.
Naturalmente, as palavras que subscrevo nesta Carta Aberta não poderiam deixar de reflectir essa relação essencial. Nas entrelinhas, os «recados» que os 'bons entendedores' não deixarão de saber ler...


Centro Cultural Olga Cadaval
noite de 5 de Maio de 2017
Na homenagem a Olga Prats
Basílio Horta protagoniza a monumental gaffe da noite

[publicado no facebook em 06.05.2017 - registo dos comentários, incluindo os de alguns músicos...]

Talvez meia hora depois do início da homenagem, o Presidente da Câmara Municipal de Sintra subiu ao palco. Além de Olga Prats, ali estavam os seus dois grandes amigos Artur Pizarro e António Vitorino de Almeida.
Para que tenham uma ideia acerca das palavras que Basílio Horta dirigiu à homenageada, basta dizer que, alterando o nome, também as poderia ter proferido dirigindo-se à 'Chica das Iscas da Calçada das Lágrimas' ou à 'Maria do Pranto da Rua Escura'...
Mas, indo muito, muito mais longe para dar pública prova da sua bem conhecida tendência para a asneira, enquanto Basílio Horta se manteve sob as luzes da ribalta, pura e simplesmente, ignorou a presença de Artur Pizarro. Para quem me leia e não faça ideia de quem é Artur Pizarro, em comparação com outros seus conhecidos colegas, pois fique sabendo que Maria João pires, por exemplo, apesar da fama e proveito, nem perto dele está...
Mas continuemos. Como, até àquele momento, ainda nada tinha ocorrido que indiciasse estar o autarca diante daquele que é o maior pianista português da actualidade e do maior destaque internacional, o Presidente nem sequer o nomeou. Mais, ignorou-o totalmente. E quanto a António Vitorino de Almeida? Pois, disse umas banalidades de terceira ou quarta ordem. Ah, é verdade, que se lembrava muito bem dos programas da televisão a partir de Viena...
Bem, eu estava siderado. Aquela cena estaria mesmo a acontecer? Aquele senhor não terá, sei lá, um assessor, daqueles que ontem também lá estavam, que o pudesse ter orientado? Enfim, para que percebam a que ponto chegou o incómodo e desconforto gerados pela atitude do Presidente da Câmara, passados que seriam, nem cinco minutos, lá fez António Vitorino de Almeida a correcção da 'gaffe' monumental.
Se, como obrigavam as circunstâncias, não tivesse que ser conveniente, teria dito qualquer coisa ainda mais assertiva do que, eu próprio, estou a redigir neste momento para partilhar convosco... Mas, sim senhor, não foi inconveniente e, pois claro, só lhe faltou gritar que, de facto, Artur Pizarro é uma figura absolutamente incontornável da pianística actual, nacional e mundial.
Já agora, lembrando outra 'gaffe', não tão grave como esta e que dá para rir a bom rir, recordarei que, pouco tempo depois do início do seu mandato, o Presidente Basílio Horta reuniu com o meu querido amigo José Cardim Robeiro, a quem Sintra tanto deve, um dos mais conhecidos arqueólogos portugueses e, já há uma data de anos, Director do Museu Arqueológico de Odrinhas. Sabem como foi tratado? Pois, podem sorrir ou rir a bom rir. Durante aquele encontro, José Cardim foi «o Senhor Arquitecto»...
Como bem podemos todos confirmar, não há dúvida de que estamos muito «bem entregues»... Mas, muita atenção. Preciso é saber ler o 'fenómeno'. Cumpre não ficar pela 'rama' destes episódios que, só na aparência, são de pouca substância. É que, e já concluindo, convém não esquecer que este tipo de 'gaffe' apenas passa é indício muito sério de sérias falhas, em importantíssimos domínios, que tanto têm afectado a gestão autárquica durante estes últimos quatro anos.
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PS: Estejam descansados todos quantos sentirem «o rabo preso». Quanto menos «gosto» aparecerem, mais confirmo como estão de acordo uma série de amigos cuja situação laboral e outras conheço perfeitamente. Sei dos constrangimentos a que estão sujeitos. Sei mesmo do medo que se vive nalguns corredores «dos serviços»...
[Ilustr: Artur Pizarro, inequivocamente o maior pianista português da actualidade]
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10 comentários
Comentários
António Florêncio Absolutamente de acordo...Artur Pizarro é o grande pianista português...e não é de agora...Convidei-o diversas vezes actuando regularmente com a OCP e ONP...
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6/5 às 10:02
João De Oliveira Cachado Então, imagine a minha consternação e perfeito escândalo perante a atitude de Basílio Horta!... Abraço
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6/5 às 10:03
Fernanda Dias Ai valham me todos os deuses!
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6/5 às 10:08
Fernanda Dias Partilhei, Obrigada !
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6/5 às 10:11Editado
Maria José Craveiro João, não é só 'gaffe', é ignorância. A tudo os deuses concedem a porção 'certa'... Oh "sophia", onde ficaste???
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6/5 às 11:00
João De Oliveira Cachado Que comentário mais apropriado! E que fina ironia! Minha querida Maria José Craveiro, como sabes, não sou pessoa que privilegie eufemismos para evitar afirmar, preto no branco, aquilo que inequivocamente o é. Tenho horror ao «politicamente correcto» e, por isso, a contundência do texto que acabaste de ler. Peca por defeito. Entre outros ingredientes, à falta do meu gabarito para melhor devolver a cena que presenciei, acrescentaria a conveniência de uma imagem esclarecedora da incomodidade que se sentia sobre aquele palco. A atrevida ignorância do Presidente da Câmara Municipal de Sintra foi absolutamente lamentável. Não o tendo mencionado, nem sequer o saudando nominalmente, Artur Pizarro foi tratado como ninguém merece. "(...) Oh "sophia", onde ficaste???" Provavelmente, minha querida amiga, neste caso, a Sabedoria ficou a fazer companhia à falta de lucidez e a outras atitudes de ´falta de chá' que, tão copiosamente, este senhor tem manifestado durante o seu consulado em Sintra. Naturalmente, muitos dos seus prosélitos, nos 'sítios' do facebook que lhes são afectos, não deixarão de o defender implícita e explicitamente, declarando a minha atitude «eleitoralista» porque, de facto e publicamente, apoio a candidatura de Marco Almeida. A 'corte' do actual Presidente funciona. Mas, sabes, Maria José, falta-lhe um bobo que lhe aponte e brinque com os seus deslizes! Para isso também é preciso um certo poder de encaixe...
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6/5 às 12:02Editado
João De Oliveira Cachado Ainda me dirijo a ti, Maria José Craveiro. A propósito desta questão, se puderes, lê o meu texto publicado ontem no 'Jornal de Sintra' objecto de um 'post' recente, subordinado ao título 'Carta Aberta a Olga Prats'. Repara, em especial, na citação da opinião da Senhora Marquesa de Cadaval quanto a estes protagonistas. Beijinho
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6/5 às 11:51
Bruno Caseirão Caro João De Oliveira Cachado fiquei estarrecido com a situação!!! Temos de louvar a atitude do António Victorino d'Almeida que, ainda o Basílio Horta não se tinha sentado, já estava a pôr os pontos nos "iis" relativamente a quem era Artur Pizarro , bem como a forma elegante e ponderada como o próprio Artur Pizarro explicou porque ali estavam. Mas estou certo que o pedido de desculpas surgirá rapidamente quer do Presidente da Câmara, quer do Director do Festival...
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7/5 às 22:08
João De Oliveira Cachado Bruno Caseirão, meu querido amigo, recebi uma muito bonita mensagem do Artur Pizarro que me suscitou a escrita de mais umas linhas que acabo de publicar. Tal como acabei de escrever, o episódio a que assistimos não é coisa isolada nem surpreendente. Inscreve-se, aliás, nas razões que enquadram o lamentável estado de indigência do Festival de Sintra, em especial, nestes últimos quatro anos. Quanto ao pedido de desculpas, não sei, francamente, não sei. Grande abraço
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7/5 às 22:35
Veliyana Yordanova Que vergonha e este ignorante de presidente de câmara Municipal!😠
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8/5 às 0:31