[sempre de acordo com a antiga ortografia]

terça-feira, 21 de julho de 2015



Aqui,
no monte


[facebook, 04.05.2015]

As notícias? Apenas o essencial. Hoje? Plissetskaja. Tempo de lembrar, meu Deus, como vê-la dançar foi um dos momentos mais epifânicos da vida.

O bailado também era possível assim... Única. Choro Maia. Choro o pilar estético, etéreo, que, afinal, nunca foi deste mundo.

Aqui, no monte, a notícia da morte nada confunde. Este é o firmamento em que Maia se funde. Agora mais? Talvez.

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