[sempre de acordo com a antiga ortografia]

quarta-feira, 26 de maio de 2010

TRATAR BEM AS ÁRVORES, UMA QUESTÃO DE CULTURA



No dia 21 deste mês, foi aqui noticiada a acção do Clube de tricô Conversa Fiada em defesa das nossas árvores.


Saúde-se o aparecimento público de tão interessante Clube, pela beleza que transportou para as árvores e sua defesa, ao mesmo tempo que recuperou, através das mesmas, as arte de – entrelaçando linhas – nos deliciar o olhar com as composições realizadas.

Tive a sorte de, familiarmente, assistir à dedicação profunda a trabalhos desse tipo, nunca imaginando a sua transposição para acções cívicas como aquela a que assistimos.


Bem hajam, pois, quantas pessoas participaram na jornada e a esta arte se dedicam.

O problema do corte das árvores em Sintra não passa de uma questão cultural negativa, já que a vida das mesmas não é acompanhada periodicamente como noutros países, onde chega a existir fichas de cada árvore, identificando doenças e tratamentos efectuados.


A foto representa um exemplo de respeito pela árvore e pela natureza. Encontra-se na estrada que liga TROMSO, a capital do árctico norueguês, a Nordsjosen.

A árvore nasceu depois da casa construída e foi crescendo, crescendo, acabando por ter abertura para fora do telhado, com o devido orgulho por parte dos residentes.

Até as ervas existentes na cobertura do telhado são apreciadas, pois ajudam as neves a escorregar de cima dele...e como a neve e o gelo fustigam aquele local.

Ai de quem tivesse a ousadia de fazer o corte, porque toda a comunidade se levantaria.

3 comentários:

Anónimo disse...

Então o padrinho da paisagem para que serve? Que grande campanha deve estar em marcha toda programada.

Margarida disse...

Qual Padrinho da Paisagem? Este Anónimo parece que gosta muito de dizer coisas ... e acaba por não dizer nada!

João Cachado disse...

De facto, até parece que estes dois comentários reproduzem quaisquer mensagens criptadas. Há que ter cuidado com o que se escreve e com a forma, especialmente gráfica, que os textos revestem, pois, caso contrário, o resultado é pouco mais ou menos o da situação em apreço, isto é, não se percebe o objectivo.

Creio que percebo a quem o anónimo se refere quando alude ao «padrinho». Não será a qualquer personagem dirigente de família mafiosa já bem instalada em Sintra mas, isso sim, a Joaquim Almeida - vejam lá! - que foi arvorado a tal condição, podendo arvorar no seu tão ilustre currículo de montijense personagem, o patusco epíteto de "padrinho da paisagem cultural de Sintra"...

Enfim, Sintra no seu mais pacóvio registo... E, por favor, continuem a articular o "padrinho" com o "romantismo" a rodos que vai por essa vila e arredores, no âmbito da desconchavada campanha "Sintra, capital do romantismo" que, hoje mesmo, suscitou a publicação de novo texto no sintradoavesso.

João Cachado