[sempre de acordo com a antiga ortografia]

sábado, 25 de fevereiro de 2012



Colares, 24 de Fevereiro


Ontem à tarde, em Colares, consegui ser tão desastrado no estacionamento do meu carro que incorri numa situação de indiscritível incorrecção. Poderia invocar atenuantes, mas para quê se, em efectivo resultado da minha atitude, o condutor de uma camioneta viu interrompida a possibilidade de continuar o seu trabalho? Não só aquele cidadão mas, de várias formas, também outras pessoas foram incomodadas.

Suponham que, em vez da viatura referida, era uma ambulância ou um carro de bombeiros, que poderia estar em perigo a vida de alguém… Não, não há palavras para vos descrever o estado em que fiquei e ainda estou. Tão cuidadoso costumo ser, tão prestes a recriminar quem protagoniza comportamento que tal e, afinal, acabei por me envolver num episódio de descuido para o qual não há desculpa possível. Por isso, aqui me têm, envergonhado, absolutamente embaraçado. Apenas espero poder continuar a encarar-vos de frente.


1 comentário:

João Cachado disse...

Transcrição do facebooK:

Narciso Bernardo, Ana Mandillo e Dina Baltazar gostam disto..

Dina Baltazar

Assim somos...humanos, por enquanto...
há cerca de uma hora

Ana Mandillo

Em Colares todos somos desastrados, pois as ruas não foram feitas para viaturas motorizadas, mas sim para burros e caminhantes.. deixe lá, acontece a quaquer um. Abraço
há cerca de uma hora

Maria Do Rosario Billwiller

Joao, quem é que nao tem acidentes? A unica coisa importante é que nao haja feridos o resto sao tretas. bjs
há cerca de uma hora

João De Oliveira Cachado

Obrigado pelo lenitivo das palavras. Acreditem, contudo, que fiquei muito em baixo. É que sou muito inflexível como tipo da atitudes que protagonizei. Haveria atenuantes, que eu nem invoco, porque, conforme confessei, o resultado não podia ser mais desastroso. Agora, claro, não posso ficar 'a chover no molhado'... Abraço
há cerca de uma hora

Ana Mandillo

abraço João, Colares desculpa ;)
há cerca de uma hora

Narciso Bernardo Lamento discordar mas um crime destes não tem perdão só com um pedido de desculpas..
há 15 minutos

Narciso Bernardo

O meu amigo só me volta a encarar de frente se continuar a publicar os vídeos tão bem comentados como nos tem habituado, Um abraço
há 13 minutos

João De Oliveira Cachado

Muito obrigado. Claro que continuarei a publicar as minhas notas musicais e as outras palavras acerca de tudo o que achar que me devo pronunciar. Mas, amigo Narciso, não é fácil fazê-lo sem este público acto de contrição. É que, há anos e anos eu me tenho permitido não 'armar' ao impecável mas, pelo menos, tentar ser coerente com o que afirmo. Para poder continuar, pela rua fora, de cabeça erguida, tive que dar esta pública satisfação. Abraço amigo
há 4 minutos