[sempre de acordo com a antiga ortografia]

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016




Uma orquestra para o futuro


A Mozart Kinderorchester, acerca da qual tenho partilhado convosco a informação que vai circulando desde a sua fundação há três anos, já é um participante fixo da Mozartwoche, tal como aconteceu no concerto do passado dia 31 de Janeiro às três da tarde na Grosse Saal do Mozarteum.

Orquestra infantil na festa da grande música. Eu volto a publicar o programa a que assisti: De Mozart, duas Sinfonias, a KV. 95 e KV. 97 e um Concerto para Piano e Orquestra KV 415; de Mendelssohn, uma selecção de "Lieder ohne Worte". Claro que, tal como na altura escrevi, a comoção foi enorme.

E éramos muitos os comovidos...
 
Eindrücke vom Mozart Kinderorchester:

https://youtu.be/w7v99eBzo1M
 
 
 
Das Mozart Kinderorchester ist schon fixer Bestandteil der Mozartwoche.
youtube.com
 
 
 
 

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016



22 de Fevereiro de 1745
Nascimento de J. de Sousa Carvalho (m. 1799)
 
 
Na efeméride do 271º aniversário, proponho que escutemos 'Tibi omnes Angeli' do seu' "Te Deum", datado de 1769

A interpretação é de Sandra Mediros, soprano, e da Orquestra Barroca Divino Sospiro, sob a direcção de Jorge Matta, numa gravação ao vivo datada de 31 de Dezembro de 2011.

Pelas mais óbvias razões, permitirão que associe esta singela homenagem ao grande compositor com uma especial dedicatória ao meu amigo Massimo Mazzeo.

Boa Audição!
 
 
 
 
João de Sousa Carvalho (1745-1798) Te Deum (1769) "Tibi Omnes Angeli" Sandra Medeiros, soprano Live recording , 31 December 2011 www.sandramedeiros-s…
youtube.com
 
 
 
 



22 de Fevereiro
Dia Stefan Zweig

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Stefan Zweig
Casa de Salzburg
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Memória III
[texto pouco alterado e fotos tiradas há um ano]

Fica em Kapuzinnerberg, No. 5. Estas imagens foram colhidas há um ano mas podiam ser datadas de hoje. Sempre que estou na cidade - aliás, de lá regressei há poucos dias - como fico alojado na Linzer Gasse, umas dezenas de metros abaixo, do meu quarto vejo a casa de Stefan Zweig. E, quando me dá a «pancada grande» SZ, mesmo que tenha de vencer uma subida muito íngreme, estou lá em cinco minutos.
 
O sítio é muito reservado. Não se entra. Nesta altura do ano é raro verificar qualquer movimento. Mesmo, mesmo em frente, portanto, atrás de mim quando fiz as fotos, fica o Convento dos Frades Capuchinhos, franciscanos, onde é bom entrar.

Nesta altura do ano, pelo menos às horas em que por lá vou, nunca, nunca encontro seja quem for de visita ou a rezar na igreja. De vez em quando, um ou outro frade, isso sim.

Ali, como calculam, estou com Deus e os anjos!






















 



22 de Fevereiro
Dia Stefan Zweig



Ler Zweig,
acompanhar a lucidez de um imortal


Hoje, efeméride da morte de Stefan Zweig, grande senhor das letras austríacas, que viveu em Salzburg, numa lindíssima casa - ao tempo, algo inóspita, segundo o testemunho do próprio escritor - no Kapuzinerberg, entre 1919 e 1934. Lugar de minha peregrinação frequente, sempre que estou na cidade, é um dos meus recantos fétiche, onde me encontro e onde me encontro com ele.

Ali, há já não sei quantos anos, durante algumas tardes, li o seu "Die Welt von Gestern - Erinnerungen eines Europäers“, [O mundo de ontem, Memórias de um Europeu], inequivocamente, um dos livros da minha vida, que, pela enésima vez o repito, tenho recomendado com o maior empenho.

Para os que não puderem aceder ao original, há uma boa tradução em Português da editora Assírio e Alvim. Altamente perturbantes são muitas dessas memórias, demasiado coincidentes com imensas situações que, nós europeus, estamos a viver neste preciso momento.
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Memória II
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Strauss & Zweig,
parceria para a eternidade



Ainda em homenagem a Stefan Zweig , venho propor-vos que assistam a uma récita da ópera “Die schweigsame Frau”, composição de Richard Strauss, cujo libreto, do meu homenageado, se baseia em “Epicoene, ou a mulher silenciosa”, uma comédia do dramaturgo do Renascimento Ben Johnson.
Como sabem, à altura da estreia, esta ópera teria um destino conturbado já que, tendo-se recusado o compositor a retirar o nome de Zweig do programa, Goebbels, o ministro do Reich, não foi à récita inaugural em 24 de Junho de 1935 e, pura e simplesmente, a ópera foi proibida depois de três noites em palco.

A gravação é de uma transmissão televisiva a partir do Nationaltheater de Munique, em 1972. Wolfgang Sawallisch dirige o Coro e a Orquestra da Bayerischen Staatsoper e os solistas são Kurt Moll, Benno Kusche, Lotte Schädle, Glenys Loulis, Albrecht Peter e Max Proebstl. A encenação é de Günther Rennert.

Bom visionamento! Boa Audição!

Ver Mais
 
 
Richard Strauss DIE SCHWEIGSAME FRAU (The Silent Woman) Komische Oper in drei Aufzügen nach Ben Jonson von Stefan Zweig Sir Morosus: Kurt Moll Seine…
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22 de Fevereiro
Dia Stefan Zweig



Faz hoje 74 anos que Stefan Zweig se suicidou. A exemplo do que tenho feito em anos anteriores, partilharei convosco algumas memórias acerca de um «companheiro de muitas horas».

Lembro-me dele muitas, muitas vezes ao longo do ano e sempre neste dia. Nesta data, hesitei muito em transcrever algumas das suas impressões acerca de Montaigne. Depois, olhando para uma fotografia, mesmo aqui no meu escritório, de ‘As portas do Inferno’, peça inacabada que está na Kunsthaus de Zürich, ocorreu-me uma famosa passagem de” Die Welt von Gestern, Erinnerungen eines Europäers” em que Stefan Zweig descreve um seu encontro com Auguste Rodin, o autor daquele espantosa obra.

Pretendendo partilhar aquelas linhas convosco, socorri-me da edição da Assírio & Avim que, na tradução para Português, aparece como “O Mundo de Ontem, recordações de um europeu”.
Portanto, 'ipsis verbis' e mantendo a pontuação dos longuíssimos parágrafos, passo a transcrever estas páginas em homenagem ao escritor austríaco que tanto frequento.

Boa leitura!
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Stefan Zweig, em Casa de Rodin,
Memória I


Lembro-me dele muitas, muitas vezes ao longo do ano e sempre neste dia. Nesta data, hesitei muito em transcrever algumas das suas impressões acerca de Montaigne. Depois, olhando para uma fotografia, mesmo aqui no meu escritório, de ‘As portas do Inferno’, peça inacabada que está na Kunsthaus de Zürich, ocorreu-me uma famosa passagem de” Die Welt von Gestern, Erinnerungen eines Europäers” em que Stefan Zweig descreve um seu encontro com Auguste Rodin, o autor daquele espantosa obra.

Pretendendo partilhar aquelas linhas convosco, socorri-me da edição da Assírio & Avim que, na tradução para Português, aparece como “O Mundo de Ontem, recordações de um europeu”.
Portanto, 'ipsis verbis' e mantendo a pontuação dos longuíssimos parágrafos, passo a transcrever estas páginas em homenagem ao escritor austríaco que tanto frequento.

Boa leitura!


“(…) Em casa de Rodin, as palavras ficaram-me presas na garganta e fiquei parado no meio das estátuas, como se fosse uma delas. Curiosamente, este meu embaraço parece ter-lhe agradado, pois quando nos despedimos, o ancião perguntou-me se eu não queria ver o seu verdadeiro atelier em Meudon, e convidou-me mesmo para a refeição. Estava dada a primeira lição: que os grandes homens são sempre os mais generosos.

A segunda lição mostrou que eles são também quase sempre os que levam uma vida mais simples. Na casa deste homem, cuja fama ecoava pelo mundo fora, cujas obras, linha a linha, eram tão familiares à nossa geração como os amigos mais chegados, comia-se tão frugalmente como na casa de um m´rdio agricultor; uma carne saborosa e nutritiva, algumas azeitonas e fruta à discrição, um vinho da terra vigoroso a acompanhar. Tudo isto me deu mais coragem, e no final já estava a conversar desembaraçadamente outra vez, como se há anos conhecesse aquele ancião e a sua mulher.
Terminada a refeição dirigimo-nos ao atelier. Era uma imensa sala que reunia as réplicas dos seus trabalhos mais representativos, mas pelo meio erguiam-se ou estavam caídos às centenas pequenos estudos preciosos – uma mão, um braço, uma crina de cavalo, uma orelha de mulher – modelados quase sempre só a gesso; ainda hoje conservo claramente na memória muitos desses esboços por ele concebidos apenas como exercício individual, e poderia falar horas a fio daquela única hora que vivi. Por fim, o mestre levou-me até um pedestal, sobre o qual se erguia, tapada com panos húmidos, a sua última obra: um busto de mulher. Com as pesadas mãos enrugadas de lavrador, soltou os panos e recuou. Inadvertidamente soltei um «admirable!» do peito comprimido e logo me envergonhei de tal banalidade. Mas com uma objectividade calma, onde não teria sido possível encontrar um grão de vaidade, limitou-se a concordar comigo, murmurando, enquanto contemplava a sua própria obra; «N’est-ce pas? Depois hesitou. «Só ali no ombro… Um momento!» Atirou com o casaco de andar por casa, vestiu a blusa branca, pegou numa espátula e, com um toque magistral, alisou no ombro aquela suave pele feminina que parecia viver e respirar. E recuou de novo. «E aqui também», murmurou. E novamente um ínfimo detalhe veio intensificar o efeito. Depois não voltou a falar. Avançava e recuava. Observava a figura reflectida num espelho, resmungava e emitia sons incompreensíveis, modificava, corrigia. O seu , amigavelmente distraído, lampejava estranhos clarões; parecia ter crescido e rejuvenescido. E ele trabalhava, trabalhava, trabalhava com toda a paixão e toda a energia do seu corpo pesado e poderoso; de cada vez que recuava ou avançava impetuosamente, o soalho estalava. Mas ele não ouvia. Não que reparava que, atrás de si, se encontrava um jovem silencioso, coração preso na garganta, felicíssimo por poder ficar a observar no seu trabalho um mestre tão excepcional. Tinha-se esquecido completamente de mim. Para ele, eu não estava ali. Só a figura, só a obra existia e, para lá dela, invisível, a visão da perfeição absoluta.

Assim decorreu um quarto de hora, uma meia hora, já não sei quanto tempo mais. Os grandes momentos estão sempre para lá do tempo. Rodin estava tão mergulhado, tão embrenhado no seu trabalho, que nem um trovão o teria despertado. Os seus movimentos toraram-se cada vez mais bruscos, quase irados; acometera-o uma espécie de ferocidade ou de ebriedade, trabalhava cada vez mais depressa. Até que as suas mãos foram ficando mais hesitantes. Pareciam ter reconhecido que já nada tinham para fazer. Ele recuou uma, duas, três vezes, sem alterar mais nada. A seguir murmurou qualquer c oisa em voz baixa por entre a barba, dispôs os panos em torno da figura, tão delicadamente como se passa um xaile pelos ombros de uma mulher amada. Respirou fundo, já calmo. A sua estatura parecia ter-se tornado outra vez mais pesada. O fogo extinguira-se. E então aconteceu o inacreditável, a grande lição: ele despiu a blusa, pegou outra vez no casaco de andar por casa e voltou-se para se ir embora. Naquela hora de suprema concentração, esquecera-se completamente de mim. Já não se lembrava que um jovem, que ele próprio conduzira a o atelier, para lhe mostrar o seu estúdio, tinha permanecido de pé atrás dele, comovido e de respiração suspensa, imóvel como as suas estátuas.

Aproximou-se da porta. Quando ia fechá-la à chave, descobriu que eu estava ali e fitou-me quase com ar zangado: quem era aquele jovem desconhecido que entrara à socapa no seu atelier? Mas no momento seguinte recordou-se e veio ter comigo, quase envergonhado. «Pardon, Monssieur», começou ele. Mas não o deixei continuar. Limitei-me a apertar-lhe a mão em sinal de gratidão: teria preferido beijá-la. Nessa hora tinha visto abrir-se diante de mim o mistério eterno de toda a grande arte e até mesmo de toda a capacidade humana: a concentração, a aliança de todas as energias, de todos os sentidos, o abstrair-se de si próprio, a abstracção do mundo que acompanha qualquer artista. Tinha acabado de aprender uma coisa para toda a a vida. (…)”
 

Nápoles,
Leonor Pimentel

Massimo Mazzeo está em trabalho em Nápoles com a Orquesta Barroca portuguesa Divino Sospiro. No seu mural do facebook poderão aceder às fotos da toponímia local onde encontram uma placa com o nome desta mulher portuguesa do século XVIII acerca da qual vos deixo a informação que, muito rapidamente, poderia partilhar.
 
 
 
Nas parcas linhas dos livros de história que a ela dedicamos, chama-se Leonor da Fonseca Pimentel. Para os italiano, é Eleonora, a "Portuguesa de Nápoles".
jn.pt|De Global Media Group
 
 
 
 
 
 
 

domingo, 21 de fevereiro de 2016



21 de Fevereiro de 1893
Nasc. de Andres Segóvia, Linares (m.1987)

Segovia, prodígio dos prodígios

Andrés Segovia costumava dizer que se apropriara da viola dos ciganos tocadores de 'flamenco' para a levar aos grandes auditórios da música erudita. Foi dedicatário de obras de compositores tão ilustrtes como Turina, Villa-Lobos, Castelnuovo-Tedesco e Pedrell.


Mas, de facto, a tal apropriação do instrumento não foi assim tão linear como possa parecer. Segovia entendeu perfeitamente as limitações acústicas das guitarras existentes cujo volume de som produzido não se adequava às grandes salas e não descansou enquanto não melhorou o que era possível.

O grande mestre foi absolutamente determinante para a definição do instrumento que hoje conhecemos como guitarra clássica, cuja génese também contou com a colaboração de outro virtuoso, Miguel Llobet (1878-1933), tendo envolvido um famoso construtor de instrumentos de corda dedilhada, o luthier de Munique, Hermann Hauser (1882-1952).

Esta guitarra passou a ser manufacturada com as melhores madeiras, adquirindo um formato ligeira e imperceptivelmente modificado, mais adequado à acústica pretendida, podendo produzir notas com maior volume sonoro do que as guitarras usadas até então. Na realidade, só grandes compositores, como Beethoven, no caso do piano, podem gabar-se de coisa análoga.

Ainda assisti a um seu recital em Granada no fim da década de 70. Um dia escreverei sobre esse evento absolutamente extraordinário. Para já, consolem-se com este momento de privilégio, em que Segovia toca a Danza em Sol Maior de Granados.
Boa audição!
 
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Segovia Plays Danza in G (Granados)
Andres Segovia
youtube.com
 
 

 

Divino Sospiro,
Orquestra Barroca Portuguesa
em Nápoles



Nesta partilha, Federica Castaldo, Directora-Geral da Pietà de' Turchini - Fondazione, de Nápoles, fez a promoção do concerto de da Orquestra Barroca portuguesa Divino Sospiro que teve lugar ontem no Palazzo Zevallos daquela cidade.

Eis a oportunidade de ouvir uma óptima interpretação do Andamento No. 1 da Sinfonia em Fá Maior de P: G. Avondano na Capela da Bemposta. Aos nossos amigos de Divino Sospiro e, em especial, ao Massimo Mazzeo, um abraço de gratidão pelo excelente serviço «A Bem da Nação»!
 
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https://www.youtube.com/watch?v=zwP7-JDEDWc

Sabato sera a Palazzo Zevallos non ve li perdete!
 
 
Portuguese Baroque orchestra "Divino Sospiro" playing Portuguese music in a magnificent baroque churc
youtube.com
 
 
 
 


Vasco Dantas Rocha


Num programa que não faz quaisquer concessões à facilidade.

Radicado em Münster, na Alemanha, o jovem pianista português tem tido uma carreira fulgurante pelos quatro cantos do mundo. No entanto, sempre que lhe é possível, ele aí está entre nós.
...
Teremos oportunidade de assistir a este concerto dentro de poucos dias. E, já sabem, durante o Festival de Sintra, fará um recital no Palácio de Queluz no dia 27 de Maio.
Sem qualquer margem para engano, já é um inequívoco valor da pianística nacional. Tenho um orgulho enorme nele. Aqui vos deixo o desafio de assistir ao evento.

 
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Faleceu o Violinista Vasco Barbosa
Tantas recordações!

Foi, durante décadas, concertino da Orquestra da Emissora Nacional e da Orquestra do Teatro de São Carlos, acabando por ser consagrado “concertino honorário” da presente Orquestra Sinfónica Portuguesa. No âmbito da música de câmara, destacam-se o duo com sua irmã Grazi Barbosa ou o Quarteto Atalaia (por ele fundado). Leccionou na Academia de Música de Santa Cecília.

Notavelmente, manteve ainda uma intensa carreira interna...cional como solista. Como confirmação de um estatuto semelhante ao de seu pai, foi agraciado com numerosos prémios: Prémio Guilhermina Suggia, Óscar da Imprensa, Prémio Moreira de Sá, Prémio da Secretaria de Estado da Cultura, Prémio Almada. Foi ainda distinguido com a Ordem Militar de Santiago de Espada. No passado ano de 2015, a Camarata Atlântica havia promovido o primeiro Concurso Nacional de Cordas Vasco Barbosa, em homenagem ao grande violinista.

Recordemo-lo, da melhor maneira, ouvindo a sua interpretação da Sonata para Violino e Piano No. 2 de Ruy Coelho. É sua irmã, Grazy Barbosa, quem faz o acompanhamento.
Boa audição!


https://youtu.be/telKRPVlaOA
 
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