[sempre de acordo com a antiga ortografia]

quarta-feira, 13 de junho de 2018




Sintra,
sede do concelho,
sinais de mudança

[Publicado no Facebook em 17 de Maio de 2018]

Eis o artigo que subscrevi para a edição de 18 de Maio do 'Jornal de Sintra', partilhando opinião, de acordo com a qual mudança rima com esperança, que procurei fundamentar a partir de alguns indícios encorajadores.

Eis o artigo que subscrevi para a edição de 18 de Maio do 'Jornal de Sintra', partilhando opinião, de acordo com a qual mudança rima com esperança, que procurei fundamentar a partir de alguns indícios encorajadores.


sexta-feira, 8 de junho de 2018



Faltava e tardava !
Mas já está quase...

[Publicado no Facebook em 10 de Maio de 2018]

Naturalmente, para ir resolvendo capazmente as questões pendentes relativas ao estacionamento, é preciso que nada falte e nada tarde na altura em que o parque é disponibilizado.
Infelizmente, não foi isso o que aconteceu no caso que a foto ilustra. De facto, só depois de alguns e muito oportunos reparos de vários cidadãos, é que a Câmara Municipal de Sintra resolveu o assunto.
Agora está quase a terminar a instalação da passagem pedonal que se impunha junto ao parque de estacionamento da Portela. E, como não podia deixar de suceder, tão importante dispositivo de segurança pedonal também articulará com o semáforo que a foto, igualmente, regista.
Como este caso bem ilustra, não estava operacional nem funcionava satisfatoriamente algo tão simples como uma 'simples' passagem de peões, no lugar certo, prestando o inequívoco serviço a que têm direito os cidadãos.
Na sequência da introdução das medidas tão civilizadas, que interditaram o acesso de viaturas particulares ao centro histórico, a Câmara Municipal de Sintra tem 'entre mãos' bastantes situações análogas por resolver, bem como sinalização horizontal e vertical por corrigir com toda a urgência.
Esperemos - permito-me usar não o plural majestático mas o da assunção de uma sensibilidade cívica que é geral - esperemos, repito, que tudo corra bem, ou seja, o mais civilizadamente possível, neste que é «só» um dos mais sofisticados lugares europeus.

quinta-feira, 7 de junho de 2018



Sintra,
imediatamente disponível,
óptimo parque de estacionamento

[Publicado no Facebook em 9 de Maio de 2018]

MAIS DE 300 LUGARES !!!
São cerca de mais trezentos os lugares de estacionamento que Sintra poderá
disponibilizar, no curtíssimo prazo, nada fazendo prever que, por parte do Ministério da Justiça, haja qualquer impedimento quanto à utilização deste óptimo dispositivo de parqueamento de viaturas, pelo menos, nos fins de semana, período durante o qual, como se sabe, naturalmente, fica deserto.
As condições não podem ser mais vantajosas, a começar pela localização, adjacente ao Tribunal Judicial da Comarca de Sintra, na Portela, a poucas dezenas de metros dos parques já disponíveis nas imediações da estação de caminhos de ferro e, em articulação com os quais, aumentando muito substancialmente a oferta de estacionamento na zona.
Não há como deixar de empregar os adjectivos mais adequados a qualidade tão francamente boa. Os cerca de 300 lugares são impecáveis, muito bem marcados, em pavimento de excelente qualidade, a sinalização não pode ser mais facilitadora de uma circulação perfeitamente «à larga» e, sejam quais forem os ângulos e quadrantes de observação, as vistas panorâmicas são extremamente agradáveis.
A propósito, não muito afastado desta zona, tenhamos em consideração que estamos a poucos dias do início da construção, com características muito expeditas, do parque de estacionamento da Cavaleira. Numa primeira fase, já no próximo Verão - encerrada que será a Rampa da Pena à circulação de viaturas particulares - disponibilizará cerca de 1.000 lugares para automóveis cujos ocupantes serão os privilegiados passageiros do transporte público que dali partirá com destino aos pontos altos da Serra.
E, aproveitando a oportunidade...
Tal como tenho escrito em anteriores ocasiões, continuo a inteirar-me, constante e quase diariamente, acerca do que, a qualquer cidadão interessado, é possível ir sabendo e, ao fim e ao cabo, nada mais do que ir confirmando a informação que Rui Pereira, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Sintra, pôde partilhar durante a reunião extraordinária da Assembleia de Freguesia de Sintra na passada Quinta-feira, no Salão de Galamares.
O que, com origem nas mais diversas fontes, tenho visto, ouvido e lido, mantém-me a convicção de que, após as civilizadas medidas de interdição do acesso de viaturas ao centro histórico, estamos a atravessar um período deveras interessante, a caminho da qualidade que todos ansiamos e temos direito. Nesse contexto, já estando equacionada a segunda fase da Cavaleira, também é boa, mesmo muito boa, a notícia segundo a qual prosseguem a bom ritmo os trabalhos afins da instalação do grande parque de estacionamento nas imediações do estabelecimento prisional.
Naturalmente, sem a menor dúvida, impõe-se a remediação imediata de situações cuja solução, afinal, será de enorme simplicidade, bastando que, por um lado, se mobilize o indispensável recurso às polícias locais, redistribuindo os agentes da melhor maneira possível e que, por outro, com toda a urgência, os próprios serviços da autarquia corrijam a sinalização vertical e horizontal em locais absolutamente cruciais, concretizem os caminhos pedonais previstos, etc.
Há, pois claro que há, muito, muito por fazer. A nós, cidadãos, também nos compete uma quota parte que se inscreve na perspectiva da cooperação que a intervenção cívica pressupõe. Cidadãos interessados na melhoria da qualidade de vida no núcleo da sede do concelho, como temos demonstrado em tantas oportunidades ao longo de tantos anos, não podemos caí na tentação de banalizar e ridicularizar o protesto.
O genuíno e sagrado direito à contestação não pode nem deve ultrapassar a barreira, o limite a partir do qual o protesto é lançado para a plataforma do despropósito e do ridículo.

segunda-feira, 4 de junho de 2018





Cenas de «outros tempos»?
- Nãol, cenas de «ontem», já irrepetíveis!...
[Publicado no Facebook em 4 de Maio de 2018]
As imagens que ilustram este 'post' foram colhidas «ontem», há precisamente um ano.
Primeiramente, na da esquerda, três pronto-socorro, ainda estacionados no Largo Dr. Carlos França, aguardavam instruções para se dirigirem ao local onde vários automóveis atravancavam a estrada a jusante.
Na outra foto, junto ao portão da Quinta da Regaleira, a GNR tentava resolver outro problema bicudo, que também testemunhei, em consequência do qual, pura e simplesmente, era impossível circular.
Ontem, na reunião da Assembleia de Freguesia no Salão de Galamares, assistindo aos correctos, pertinentes, longos e necessários esclarecimentos de Rui Pereira, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Sintra, relativos ao quadro que, actualmente, já é possível desfrutar no centro histórico depois das alterações introduzidas a partir da Semana Santa, logo me ocorreram estas e outras imagens daquela que designei como 'Sintra armadilhada'.
Hoje, tão pouco tempo passado, felizmente, «disto» já estamos livres... Ainda tanto havendo por fazer, seja no curtíssimo prazo - como, por exemplo, o parque de construção ligeira e expedita na Cavaleira - como os outros projectos, até ao fim do ano e nos próximos dois anos, hoje, repito, cenas destas já pertencem a um passado que, de modo algum, queremos 'revisitar'...
Actualmente, apesar de tanto ser preciso ainda remediar, eu rejubilo, confesso, com as civilizadas mudanças vigentes. Depois de tantos, tantos anos, durante os quais os condutores só não levaram os carros para dentro da Piriquita porque, enfim, o Fernando Cunha, coitado, não tinha espaço disponível, continuo a saudar a corajosa decisão da Câmara Municipal de Sintra.
Não me tenho cansado de afirmar, confirmar e repetir que, há tantos anos batendo-me pela implantação dos parques periféricos, ninguém mais do que eu gostaria que estes dispositivos já estivessem disponíveis. O facto de ainda não estarem, mas de tudo estar a fazer-se no sentido de suprir o que falta, anima-me sobremaneira já que é possível compatibilizar.
De qualquer modo, não há um minuto a perder e, tal como ontem mesmo escrevi, não é possível desperdiçar a mínima oportunidade de melhoria instantânea de uma série de situações, por exemplo, relativas a sinalização vertical e horizontal que, afinal, são facílimas de resolver.


Foto de João De Oliveira Cachado.


Foto de João De Oliveira Cachado.






Hoje, 3 de Maio,
contributo para Assembleia de Freguesia
[Publicado no Facebook em 3 de Mauio de 2018] 
Hoje à noite, infelizmente, só estarei presente na reunião da Assembleia de Freguesia depois do período em que é suposto falarem os cidadãos. Se pudesse intervir, diria o que passo a partilhar.
Começaria por confirmar que tenho tido uma especialíssima atenção a todos os sinais, mais e menos positivos, que foi possível detectar durante o mês que passou depois de a Câmara Municipal de Sintra ter introduzido as medidas que condicionam o acesso de viaturas ao centro histórico.
A criação deste grupo subordinado ao tema ‘Alterações de trânsito no Centro Histórico de Sintra’ através do qual todos os que se sentem desafiados, podem partilhar as suas impressões acerca do assunto, acabou por fazer surgir um pertinente e privilegiado instrumento de análise sobre aquilo que, dia-a-dia, vai sendo cada vez mais patente.
Submetendo-me à disciplina que a contenção determina, evidenciaria que a grande maioria das queixas, dos reparos e das sugestões que os cidadãos têm apresentado apontam para a estratégia de remediação de situações que, de facto, a autarquia e as autoridades policiais devem corrigir no curtíssimo prazo e que, pela facilidade de concretização, serão indesculpáveis se tardarem.
I.
Uma elevada percentagem de casos refere-se a questões muito pertinentes de sinalização, em locais absolutamente fulcrais e determinantes para que o sistema de circulação agora vigente permita a fluidez e a segurança pretendidas. Há evidente necessidade de eliminar os vestígios de anterior sinalização, e, nos pavimentos, de assinalar tudo quanto é suposto e está a faltar, de instalar sinais bem visíveis, com mensagens inequívocas nos tais locais estratégicos onde, de facto, estão ausentes e, por vezes, suscitando o incurso em perigos perfeitamente escusados.
Por outro lado, embora reconhecendo que o papel das polícias tem sido exemplar, ousaria sugerir a possibilidade de proceder a uma redistribuição de agentes que, manifestamente, ainda não podem ser removidos dos pontos que todos reconhecem como estratégicos e que, na sua falta, comprometem a operacionalidade e a qualidade das medidas introduzidas.
Se é absolutamente evidente que a autoridade policial não pode mesmo deixar de actuar através da aplicação de multas aos prevaricadores – e já são imensos os condutores que, impunemente, estão a desafiar o sistema em curso – também é um facto que outros seus colegas agentes, devidamente posicionados, deverão contribuir para que nenhum condutor incorra em atitudes sancionáveis, apenas umas dezenas de metros à frente, em manifesta caça à multa…
II.
Entretanto, com a maior urgência, deverá começar a construção, com características expeditas, idênticas à solução do da Portela, do parque de estacionamento da Cavaleira, para 1.000 viaturas, operacional já a partir do fim de Junho, dispositivo a partir do qual articulará com os transportes públicos para os pontos altos da Serra, interdita que será a Rampa da Pena a todos os automóveis particulares.
Todos sabem que, há dezenas de anos, mais especificamente desde 1983, me tenho pronunciado acerca da necessidade de instalação dos parques periféricos dissuasores do estacionamento. Teria sido excelente que já estivessem construídos para que a actual solução de acesso à Vila Velha pudesse funcionar sem reparos.
A verdade, no entanto, tal como tem vindo a acontecer, é ser possível ir actuando e adequando as civilizadas medidas introduzidas ao programa de estacionamento expedito e definitivo que, de acordo com as informações da Câmara Municipal de Sintra, será concretizado, em três fases, ou seja, até ao Verão, até ao fim do ano e dentro de dois anos.
Cá estaremos, atentíssimos, ao cumprimento de um cronograma que, isso sim, gostaríamos de conhecer como totalmente assumido.


Decisão inadiável

[Publicado no Facebook em 2 de Maio de 2018]

Foi manifesto, público e entusiástico o meu apoio ao movimento QSintra. Infelizmente, no concreto campo da afirmação da estratégia da luta cívica, revelaram-se tão divergentes as formas como, de parte a parte, a encaramos que decidi afastar-me.

Naturalmente, não está em causa a maior consideração pessoal por todos os elementos do grupo com quem mantive contacto. A bem de Sintra, a todos desejo o maior sucesso.



Aterações do trânsito na Vila Velha
- consequências na Estefânea

[Publicado no Facebook em 30 de Abril de 2018]
Há pouco, tendo saído para uma compra perto de casa, passei pelo Jornal de Sintra a esclarecer uma dúvida sobre edições futuras no sentido de adequar a minha agenda.
Havia muita gente a circular na Heliodoro Salgado e, de conversa com a Dra Idalina Gracio, confirmava ela como, ultimamente, tem aumentado a frequência da loja do jornal por estrangeiros e, consequentemente, também uma nítida animação das vendas.
Se não me dava novidade alguma porque, como residente na Rua Câmara Pestana, mesmo em frente ao Centro Cultural Olga Cadaval e edifício do Casino de Sintra, também me tenho apercebido do referido aumento de transeuntes nacionais e muitos estrangeiros, a verdade é que ainda não tinha partilhado esta constatação com os meus vizinhos.
Pois, nem de propósito. Saindo do Jornal e já na minha rua, entrei na 'Primavera' para dar uns dedos de conversa com o Julio Morais e, expressamente, para confirmar esta ideia. Pois querem acreditar que, ainda não eram cinco da tarde, e já não havia qualquer bolo, biscoito, maior ou menor, qualquer salgado para mastigar? Nada!
E, na realidade, também ele, da mesma opinião. E aqui temos duas conhecidas figuras de Sintra coincidindo na mesma percepção. Ou seja, novos transeuntes são aqueles que ou deixam os carros na Portela e, vindo por aí acima, em 5 minutos estão na Estefâne ou, por outro lado, muito mais do que até há um mês, quem estaciona no Bairro das Flores e, portanto, quer num quer noutro caso, com destino até às Vila Velha.
Chegam a Sintra e vão a pé para o centro histórico e em muito maior quantidade do que até período mais recente. E, «pelo caminho», também frequentam o comércio do meu bairro, não deixando de entrar nas lojas e consumir o que houver para o efeito!...
A verdade é que tudo «isto» estava previsto. Técnicos da Câmara Municipal de Sintra e, tanto o Vice-Presidente Rui Pereira como o próprio Presidente Basílio Horta têm-se pronunciado acerca do assunto cujos contornos é muito interessante ter em consideração.
Enfim, permitam que remate com uma piada que, muito sinceramente, espero não seja levada à letra. Diria, então, só faltar que alguns dos que tão militantemente descrentes se têm mostrado perante as alterações ao trânsito, agora venham acusar o comércio da Estefânea de perverso roubo do negócio que é suposto ter lugar na Vila Velha!
[Ilustr: Júlio Morais, proprietário e gerente da cafetaria, pastelaria e restaurante 'Primavera'; Idalina Grácio, Directora do Jornal de Sintra]


Viana da Mota
[Publicado no Facebook em 29 de Abril de 2018]
Mais um momento de memórias que estou a partilhar neste ano jubilar - 150 anos do nascimento e 70 da morte - desta grande figura da Cultura Portuguesa.
Desta vez, 'Au bord du lac de Pena', obra composta em 1881, portanto, aos 13 anos de idade, dedicada à Condessa d'Edla, neste caso, interpretada por Miguel Sousa.
Boa Audição!
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Como sabem, até é possível recorrer a peças, como esta, com inequívoca conotação a Sintra. Faço votos no sentido de que Sintra, ainda durante o ano em curso, possa homenagear Viana da Mota com uma conferência adequada ao gabarito do grande pianista, pedagogo e compositor e, naturalmente, com o exclusivo recurso e realce de obras de sua autoria.
Mais uma vez, aproveito a oportunidade para lembrar que Bruno Caseirão tem vindo a apresentar o ciclo 'O Legado de Viana da Mota', aos Domingos 22h00 | 4ª feiras 13h00 | Sábados 5h00, na RDP Antena 2 - também disponível em RTP Play - de acordo com o seguinte detalhe:
Prog. 1 | 8 Abril "O Essencial de uma Introdução";
Prog. 2 | 15 Abril "Dados para uma breve biografia";
Prog. 3 | 22 de Abril "Da descoberta das canções para canto e piano a uma
investigação dedicada e apaixonada, entrevista a Elvira Archer";
Prog. 4 | 29 Abril "Um dos Maiores Pianistas da História do Piano".
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Com especial dedicatória ao meu amigo Fernando Morais Gomes.
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[Ilustr: Parque da Pena, Lago de São Martinho; 'Au Bord du Lac de Pena', capa da partitura, foto de Pedro Macieira (Blogue Rio das Maçãs)]


O melhor negócio de sempre !!!

[Publicado no Facebook em 27 de Abril de 2018]

Em conversa com o Senhor José Melo, dono d 'A caminho do Castelo', simpática e bem conhecida loja da Vila Velha, mesmo no coração do Centro Histórico de Sintra, fiquei a saber, sem qualquer margem para a mínima dúvida, que, depois das alterações ao trânsito introduzidas pela Câmara Municipal de Sintra, o seu negócio aumentou de modo mesmo muito significativo.
Confessou que nunca vendeu tanto! Claro que estou muito satisfeito pelo seu sucesso, prova insuspeita de que, ainda com imenso ´caminho' por fazer, com tanta coisa por por corrigir, a aposta está a evidenciar que os resultados a ponderar têm as mais interessantes vertentes.
Que bom poder testemunhar tamanho sucesso! É que o êxito dos negócios, tanto do Senhor Melo como dos seus colegas, é prova bastante de que faltava mesmo começar a palmilhar, ou seja, a fazer a pé, o percurso iniciado...


A vitória da lucidez !
Praça D. Fernando II 
(Largo da Feira de São Pedro)

[Publicado no Facebook em 27 de Abril de 2018]

Afinal, no passado dia 4 do corrente, durante a Conferência sobre Requalificação Urbana em Sintra, quando o Dr. Basílio Horta afirmou que, sob a sua responsabilidade, não se construiria nem mais um centímetro quadrado de parque de estacionamento no Centro Histórico de Sintra, o Presidente estava mesmo a pensar que 'Centro Histórico de Sintra' também é a Praça D. Fernando II em São Pedro !!!
Que excelente notícia !
'Sintra Notícias' menciona como fonte uma NOTA DE IMPRENSA da Câmara Municipal de Sintral segundo a qual "(...) prevê acabar com o estacionamento automóvel que actuamente existe no local, devolvendo o espaço às pessoas (...) manter 40 lugares de estacionamento [portanto, fora do terreiro da feira], para servir as atividades e residentes locais, isto é, os restaurantes, cafés e outros (...)"
Finalmente, de acordo com esta excelente notícia, a autarquia vem ao encontro de todos quantos se pronunciaram contra a instalação do parque de estacionamento cujas características tinham sido confirmadas durante a reunião extraordinária da Assembleia de Freguesia de Sintra em 16 do passado mês de Fevereiro.
Que bom poder comemorar !
Naturalmente, é com a maior satisfação que registo a boa nova. De facto, com o maior prazer, mais uma vez se confirma que, 'só os burros é que não mudam de opinião'...
Ainda há poucas horas, em texto acerca deste caso, referia eu o ambiente de crispação que se viveu entre sintrenses empenhados na defesa do património e autarcas, ao longo de dois anos, arrastando um assunto cuja resolução, agora, não pode ser mais positiva. Como não rejubilar?
Estamos todos de parabéns !
A empreitada de requalificação da Praça D. Fernando II, em São Pedro de Sintra, tem início no próximo mês de outubro e prevê acabar com o estacionamento automóvel…
SINTRANOTICIAS.PT